terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
New Energy Fund: Desvalorizado e Descapitalizado
Da apreciação do Comité de investimentos da NIF foi detectado, entre outras coisas, que “em 2009, as contas apresentadas não reflectiam sequer os saldos que o NEF tinha desembolsado a título do financiamento do projecto”, bem como, outras irregularidades.
Este fundo “NEF” tem participação de diversas instituições financeiras e estão neste momento completamente desvalorizados e descapitalizados em relação ao investimento inicial nele feito.
domingo, 29 de maio de 2011
Passos Coelho: Gestão desastrosa do New Energy Fund
Passos Coelho gaba-se da sua experiência como administrador, mas esta é um desastre. Senão vejamos, o Grupo Fomentinvest de que Passos Coelho era administrador executivo geria, por exemplo, o “New Energy Fund” que integra vários projectos empresariais (com resultados desastrosos desde a sua constituição com uma desvalorização acumulada de 17% em apenas 15 meses e diversas empresas do Grupo sobre suspeita).
É esta a sua experiência!
sábado, 28 de maio de 2011
Passos Coelho: Irregularidades na gestão do MARL Energia
Outro projecto com gravíssimos problemas de irregularidades na sua gestão foi MARL Energia.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Limpar o buraco financeiro do Fundo na Caixa Geral de Depósitos
Existe, também, a intenção de caso o PSD ganhe as eleições integrar este fundo do Grupo Fomentinvest na CGD de forma a diluir o enorme buraco financeiro acumulado e assim compensar os diversos accionistas que passam por diversas instituições financeiras.
PPC que trouxe à campanha a sua capacidade de gestão empresarial como economista podia explicar o que tem a dizer à apreciação demolidora na sua gestão na Albaidas e se pode garantir que caso ganhe as eleições o fundo das energias e também o fundo do carbono (outro altamente desvalorizado) da Fomentinvest do seu amigo Ângelo Correia não será adquirido pela CGD.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Denúncia de Gestão Danosa em projecto gerido por Passos Coelho
Um dos projectos a Albaidas de que Pedro Passos Coelho era administrador executivo, na sequência de uma denúncia sobre gestão danosa durante os anos de 2008 e 2009 em que referem ter havido um desvio de cerca de 1 milhão de euros, foi objecto de uma deliberação da Comissão Executiva do Banif para que se procedesse a uma investigação exaustiva desses graves factos culminando com a realização de um memorando da Cuatrecasas.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Má gestão e violação da Lei
Vários processos de contra ordenação por violação de regras ambientais, vários exemplos de má gestão são matérias que merecem vir a público sobre o passado de Passos Coelho enquanto gestor e economista.
Conheça todos os episódios:
Sábado - 11 de Fevereiro de 2010
Queixa contra empresa de Catroga na PGR
Correio do Leitor
Além destes processos há ainda outros contra a TECNOFORMA, empresa de formação profissional, incluindo Novas Oportunidades, onde P.P.Coelho era administrador por não pagamento a formadores. Processos no Tribunal de Almada e Seixal.
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Cadastro
PEDRO MANUEL MAMEDE PASSOS COELHO
Presidente do Conselho de Administração da RIBTEJO – Tratamento e Valorização de Resíduos Industriais, S.A. entre 2005 a 2010 e Presidente do Conselho de Administração da HLCTejo, S.A.
PROCESSOS DE EXECUÇÃO FISCAL:
• PROCESSO N.º 3140200301009079 – VALOR 101,91 €– Instruído em 5.05.2003 e finalizado em 25.06.2003
• PROCESSO N.º 3247200401019198 – VALOR 2.419,65 €– Instruído em 26.02.2004 e finalizado em 08.11.2005
• PROCESSO N.º 3247200401052195 - VALOR 2.464,30 € – Instruído em 24.07.2004 e finalizado em 04.08.2005
• PROCESSO N.º 3166200601074822 - VALOR 781,16 € – Instruído em 19.07.2006 e finalizado em 02.08.2006
• PROCESSO N.º 3166200701134396 - VALOR 151,75 € – Instruído em 09.10.2007 e finalizado em 05.11.2007
Teve mais processos de execução fiscal e teve processos de contra-ordenação.
Apresentação frequente de declarações fora de prazo.
Enquanto Presidente da RIBTEJO circulava num Mercedes de matrícula alemã para além do tempo que a Lei permite.
Presidente do Conselho de Administração da RIBTEJO – Tratamento e Valorização de Resíduos Industriais, S.A. entre 2005 a 2010 e Presidente do Conselho de Administração da HLCTejo, S.A.
PROCESSOS DE EXECUÇÃO FISCAL:
• PROCESSO N.º 3140200301009079 – VALOR 101,91 €– Instruído em 5.05.2003 e finalizado em 25.06.2003
• PROCESSO N.º 3247200401019198 – VALOR 2.419,65 €– Instruído em 26.02.2004 e finalizado em 08.11.2005
• PROCESSO N.º 3247200401052195 - VALOR 2.464,30 € – Instruído em 24.07.2004 e finalizado em 04.08.2005
• PROCESSO N.º 3166200601074822 - VALOR 781,16 € – Instruído em 19.07.2006 e finalizado em 02.08.2006
• PROCESSO N.º 3166200701134396 - VALOR 151,75 € – Instruído em 09.10.2007 e finalizado em 05.11.2007
Teve mais processos de execução fiscal e teve processos de contra-ordenação.
Apresentação frequente de declarações fora de prazo.
Enquanto Presidente da RIBTEJO circulava num Mercedes de matrícula alemã para além do tempo que a Lei permite.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Justiça e Privatizações
A empresa de tratamento e valorização de resíduos industriais, RibTejo, do grupo Fomentinvest, de Ângelo Correia, e que teve como presidente do Conselho de Administração, Pedro Passos Coelho, actual líder do PSD, foi obrigado pelo Tribunal da Relação de Évora a pagar uma coima de 60 mil euros por infracções às normas ambientais.
Esta sentença surge depois do Tribunal Judicial da Golegã ter confirmado, em Novembro de 2009, que a empresa presidida por Pedro Passos Coelho estava a infringir normas na área do ambiente.
Esta decisão confirmada em dois tribunais diferentes leva a perguntar porque será que Pedro Passos Coelho tanto defende a privatização de serviços públicos. Não nos podemos esquecer que com menos Estado é mais fácil empresas conseguirem benefícios económicos à custa de agressões ambientais.
Esta sentença surge depois do Tribunal Judicial da Golegã ter confirmado, em Novembro de 2009, que a empresa presidida por Pedro Passos Coelho estava a infringir normas na área do ambiente.
Esta decisão confirmada em dois tribunais diferentes leva a perguntar porque será que Pedro Passos Coelho tanto defende a privatização de serviços públicos. Não nos podemos esquecer que com menos Estado é mais fácil empresas conseguirem benefícios económicos à custa de agressões ambientais.
terça-feira, 3 de maio de 2011
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